Portugal



Entrevista com os Professores Edmílson e Vera Lúcia de Língua Portuguesa sobre o Novo Acordo Ortográfico para países de Língua Portuguesa





Um aprofundamento melhor sobre a Nova Reforma Ortográfica:




Mais Informações sobre a Nova Reforma Ortográfica:

Site: http://kalikalache.com/2008/10/03/novo-acordo-ortografico-da-lingua-portuguesa/


Origem:

A bandeira de Portugal foi oficialmente adotada no dia 30 de Junho de 1914, após a revolução do 5 de Outubro de 1910. Após a revolução, a bandeira da monarquia foi abulida, e o governo organizou um concurso de bandeira, para representar o novo governo. Embora a maioria das propostas escolheram a bandeira azul e branca (cores da antiga bandeira), a bandeira vencedora foi a verde e vermelha.

Significado:

Hoje em dia, várias versões divergem sobre o significado das cores desta bandeira. É dito que o verde representa as florestas portuguesas e que o vermelho, o sangue de os que morreram para o país. Esta definição é a mais conhecida, mas as definições originais são outras. As cores são derivadas do Partido Republicano Português:

- O vermelho é a cor do Federalismo Ibérico, uma ideologia Social - Republicano, muito comum no início do século, que queria uma união política entre Portugal e a Espanha.

- O verde é a cor do positivo. De acordo com um filósofo muito próximo dos membros do Partido Republicano Português, o verde é a cor dos homens do futuro, por conseguinte cores dos positivos.

O escudo branco compreende 5 pequenos escudos azuis (ás quinas) que leva cada um 5 pontos brancos. Estes 5 pontos fazem referência à lenda do primeiro rei português. Antes da batalha de Ourique (26 de Julho de 1139), que confrontava os portugueses aos Mouros, D. Afonso Henrique rezava para a proteção dos portugueses quando teve a visão do Cristo na cruz. D Afonso Henriques ganhou a batalha e em agradecimento incorporou os stygmates Christ sobre a bandeira portuguesa.

A Esfera representa as grandes descobertas marítimas, cujos portugueses estão muito orgulhosos.

Esta cercadura vermelha, com os seus 7 castelos, representa a independência nacional. É dito que os castelos simbolizam as 7 cidades fortificadas que Afonso Henrique (primeiro rei de Portugal) conquistou aos mouros.



PORTUGAL



É um país localizado no sudoeste da Europa, cujo território se situa na zona ocidental da Península Ibérica e em arquipélagos no Atlântico Norte. Possui uma área total de 92.391 km². O território português é delimitado a Norte e a Leste por Espanha e a Sul e Oeste pelo Oceano Atlântico, e compreende a parte continental e as regiões autônomas: os arquipélagos dos Açores e da Madeira. Durante os séculos XV e XVI, Portugal foi uma potência mundial econômica, social e cultural, constituindo-se o primeiro e o mais duradouro império colonial de amplitude global. É hoje um país desenvolvido, economicamente próspero, social e politicamente estável e com Índice de Desenvolvimento Humano elevado. Encontra-se entre os 20 países do mundo com melhor qualidade de vida, apesar de o seu PIB per capita ser o menor entre os países da Europa Ocidental.


Geografia

Situado no extremo sudoeste da Europa, Portugal Continental faz fronteira apenas com um outro país, a Espanha. O território é dividido no continente pelo rio principal, o Tejo. Ao norte, a paisagem é montanhosa nas zonas do interior com planaltos, intercalados por áreas que permitem o desenvolvimento da agricultura. A sul, até ao Algarve, o relevo é caracterizado por planícies, sendo as serras esporádicas. Outros rios principais são o Douro, o Minho e o Guadiana, que tal como o Tejo nascem em Espanha. Outro rio importante, o Mondego, nasce na Serra da Estrela (das mais altas montanhas de Portugal Continental – 1993 m de altitude máxima).

As ilhas dos Açores estão localizadas no rift médio do Oceano Atlântico; algumas das ilhas tiveram atividade vulcânica recente: São Miguel em 1563, e Capelinhos em 1957, que aumentou a área ocidental da Ilha do Faial. O Banco D. João de Castro é um grande vulcão submarino que se situa entre as ilhas Terceira e São Miguel e está 14 m abaixo da superfície do mar. Entrou em erupção em 1720 e formou uma ilha, que permaneceu acima da tona de água durante vários anos. Uma nova ilha poderá surgir num futuro não muito distante. O ponto mais alto de Portugal é o Monte Pico na Ilha do Pico, um antigo vulcão que atinge 2351 m de altitude.

As ilhas da Madeira, ao contrário dos Açores que se situam na área do rift médio do Oceano Atlântico, estão situadas no interior da placa africana e a sua formação deve-se à atividade de um hot-spot não relacionado com a circulação tectônica. Esta situação de estabilidade e localização no interior da placa tectônica leva a que este seja o território do país menos sujeito a sismos. A última erupção vulcânica de que há evidência ocorreu há cerca de 6000 anos, na ilha da Madeira, manifestando-se atualmente o vulcanismo de forma indireta, através da libertação de gases vulcânicos profundos e águas quentes e gaseificadas descobertas acuando da abertura de túneis rodoviários e galerias de captação de água no interior da ilha principal. O ponto mais alto do território é o Pico Ruivo com 1862 m de altitude.

A costa portuguesa é extensa: tem 1230 km em Portugal continental, 667 km nos Açores, 250 km na Madeira onde se incluem também as Ilhas Desertas, as Ilhas Selvagens e a Ilha do Porto Santo. A costa formou belas praias, com variedade entre falésias e areais. Na Ilha do Porto Santo uma formação de dunas de origem orgânica (ao contrário da origem mineral da costa portuguesa continental) com cerca de 9 km é um ponto turístico muito apreciado internacionalmente. Uma característica importante na costa portuguesa é a Ria de Aveiro, estuário do rio Vouga, perto da cidade de Aveiro, com 45 km de comprimento e um máximo de 11 km de largura, rica em peixe e aves marinhas. Existem quatro canais, e entre estes várias ilhas e ilhotas, e é onde quatro rios encontram o oceano. Com a formação de cordões litorais definiu-se uma laguna, vista como um dos elementos hidrográficos mais marcantes da costa portuguesa. Portugal possuiu uma das maiores zonas econômicas exclusivas (ZEE) da Europa, cobrindo cerca de 1 683 000 km².


Economia


Desde 1985, o país entrou num processo de modernização num ambiente bastante estável (1985 até à atualidade) e juntou-se à União Europeia em 1986. Os sucessivos governos fizeram várias reformas, privatizaram muitas empresas controladas pelo Estado e liberalizaram áreas-chave da economia, incluindo os sectores das telecomunicações e financeiros. Portugal desenvolveu uma economia crescentemente baseada em serviços e foi um dos onze membros fundadores da moeda europeia – o Euro – em 1999. Começou a circular a sua nova moeda em 1 de Janeiro de 2002 com 11 outros estados membros da União Europeia.

O crescimento econômico português esteve acima da média da União Européia na maior parte da década de 1990. O PIB per capita ronda os 76% das maiores economias ocidentais européias. A lista ordenada anual de competitividade de 2005 do Fórum Econômico Mundial (WEF – World Economic Fórum), coloca Portugal no 22º lugar, à frente de países como a Espanha, Irlanda, França, Bélgica e da cidade de Hong Kong. Esta classificação representa uma subida de dois lugares face à posição de 2004. No contexto tecnológico, Portugal aparece na 20ª posição da lista e na rubrica das instituições públicas, Portugal é 15ª melhor.

Em parte, com o recurso a fundos da União Européia, o país fez nas duas últimas décadas investimentos avultados em várias infra-estruturas, dispondo hoje de uma extensa rede de auto-estradas e beneficiando de boas acessibilidades rodoviárias e ferroviárias.

Com um passado predominantemente agrícola, actualmente e devido a todo o desenvolvimento que o país registrou, a estrutura da economia baseia-se nos serviços e na indústria, que representam 67,8% e 28,2% do VAB. A agricultura portuguesa está bem adaptada devido ao clima, relevo e solos favoráveis. Nas últimas décadas, intensificou-se a modernização agrícola, embora ainda cerca de 12% da população ativa trabalhe na agricultura. As oliveiras (4000 km²), os vinhedos (3750 km²), o trigo (3000 km²) e o milho (2680 km²) são produzidos em áreas bastante vastas. Os vinhos (especialmente o Vinho do Porto e o Vinho da Madeira) e azeites portugueses são bastante apreciados devido à sua qualidade. Também, Portugal é produtor de fruta de qualidade selecionada, nomeadamente as laranjas algarvias, a pêra-rocha da região Oeste, a cereja da Gardunha e a banana da Madeira. Outras produções são de horticultura ou floricultura, como a beterraba doce, óleo de girassol e tabaco.

A importância econômica da pesca tem vindo a diminuir, empregando menos de 1% da população ativa. A diminuição dos stocks de recursos piscatórios refletiu-se na redução da frota pesqueira portuguesa que, embora tenha vindo a modernizar-se, ainda tem dificuldade em competir com outras frotas européias. Apesar da reduzida extensão da plataforma continental portuguesa, existe alguma diversidade de espécies nas águas da ZEE de Portugal, uma das maiores da Europa. A frota portuguesa efetua captura em águas internacionais e nas ZEE de outros países. No seu todo, as espécies mais capturadas são a sardinha, o carapau, o polvo, o peixe-espada-preto, a cavala e o atum. Os portos com maior desembarque de pescado, em 2001, foram os de Matosinhos, Peniche, Olhão e Sesimbra.

As maiores indústrias transformadoras são os têxteis, calçado, cabedal, mobiliário, mármores, cerâmica (de destacar a Vista Alegre) e a cortiça. As indústrias modernas desenvolveram-se significativamente: refinarias de petróleo, petroquímica, produção de cimento, indústrias de automóveis e navais, indústrias elétricas e eletrônicas, maquinaria e indústrias do papel. Portugal tem um dos maiores complexos de indústrias petroquímicas européias situadas em Sines e dotado de um porto. A indústria automóvel também é relevante em Portugal e localiza-se em Palmela (a maior infra-estrutura é a Autoeuropa), Setúbal, Porto, Aveiro, Braga, Santarém e Azambuja.

A cortiça tem uma produção bastante significativa: Portugal produz 54% da cortiça produzida no mundo. Os recursos minerais mais significativos em Portugal são o cobre, o lítio, o volfrâmio, o estanho, o urânio, feldspatos, sal-gema, talco e mármore. Alguns dos recursos naturais, tais como os bosques que cobrem cerca de 34% do país, são nomeadamente: pinheiros (13500 km²), sobreiros (6800 km²), azinheiras (5340 km²) e eucaliptos (2430 km²).

A balança comercial de Portugal é, há muito, deficitária, com o valor das exportações a cobrir apenas 65% do valor das importações em 2006. As maiores exportações correspondem aos têxteis, vestuário, máquinas, material elétrico, veículos, equipamentos de transporte, calçado, couro, madeira, cortiça, papel, entre outras. O país importa principalmente produtos vindos da União Europeia: Espanha, Alemanha, França, Itália e Reino Unido.



HISTÓRIA

Antes de Portugal:


A região que corresponde atualmente a Portugal começou a ser habitada há cerca de quinhentos mil anos, primeiro pelos Neandertais e, mais tarde, pelo Homem moderno. Entre 20 000 a.C. e 10 000 a.C., a Península Ibérica começou a ser colonizada por grupos humanos Cro-Magnon e, milênios mais tarde, passou a abrigar outros povos, autóctones e sem parentesco aparente com quaisquer outros povos conhecidos. Entre eles, estavam os iberos, na costa mediterrânica de Espanha, os tartessos, no extremo sul de Portugal (regiões do Algarve e Alentejo) e os aquitanos e vascones (prováveis antepassados dos atuais bascos), na região dos Pireneus. A hipótese de todos serem de origem berbere, do norte da África, hoje é amplamente desacreditada, embora o parentesco entre iberos e bascos ainda continue a ser investigado. Porém, segue-se a crença de que todos eram povos distintos etnicamente entre si.
No século VII a.C., a região passou a ser habitada por povos indo-europeus, sendo estes tribos proto-célticas e celtas. As tribos iberas e algumas vagas celtas misturaram-se, dando origem aos celtiberos, em partes de Espanha. Outras populações proto-célticas e celtas acomodaram-se em território português, como os lusitanos, os vetões e os galaicos, entre outras menos significativas. Influências menores foram os gregos e os fenícios-cartagineses (com pequenas feitorias comerciais costeiras semi-permanentes).


Romanização:


No século III a.C. os Romanos penetraram na Península Ibérica no contexto da Segunda Guerra Púnica que mantiveram contra Cartago. Foram anexadas duas regiões da Península Ibérica por Roma como províncias das Hispânias (a Citerior e a Ulterior). Entre 209 e 169 a.c., o exercito romano levou para Roma cerca de 4 toneladas de ouro e 800 toneladas de prata que obtiveram como espólio de guerra retirado dos tesouros das tribos nativas. A exploração mineira, como a das Três Minas ,das maiores do mundo romano, que terá iniciado no tempo de Augusto (27 a.C.-14 a.C.), ou das minas do campo de Jales ou da Gralheira era um dos principais fatores econômicos para o interesse romano na região.

A Citerior foi subjugada e ocupada com relativa facilidade, mas a anexação da Ulterior só se tornou efetiva muito depois. A conquista total da península pelos Romanos só ocorreu no tempo do imperador Augusto.
Viriato, o líder lusitano, conseguiu conter a expansão romana durante alguns anos, fazendo com que fosse dos últimos territórios a resistir à ocupação romana da Península Ibérica. Erigindo-se em chefe dos Lusitanos após escapar a uma matança perpetrada à traição pelo romano Galba, uniu à sua volta um número crescente de tribos e travou uma guerra incansável contra os invasores. Perito em táticas de guerrilha e em iludir o adversário, derrotou sucessivamente os vários generais romanos enviados contra ele. No auge da sua carreira, o Senado reconheceu-o e declarou-o "amigo do povo romano". Não obstante, seria morto à traição por três companheiros de armas comprados pelos romanos.
Desprovidos de chefe, os Lusitanos sujeitaram-se ao jugo romano, mas por pouco tempo. Na sequência das guerras civis, o general romano Sertório, da facção derrotada, foi convidado pelos Lusitanos a chefiá-los contra Roma. Excelente general, derrotou mais uma vez todos os generais enviados contra ele, incluindo o célebre Pompeu. Sertório era um hábil e carismático político. Perpena, um outro general romano que se lhe juntou, veio a assassiná-lo traiçoeiramente. A partir daí, a romanização do território que viria a ser português prosseguiu sem dificuldades de maior para Roma.

Os Romanos deixaram um importante legado cultural naquilo que é hoje Portugal, nos costumes, na arte, na arquitetura, na rede viária e nas pontes, algumas das quais servem até aos nossos dias, como a de Trajano sobre o rio Tâmega em Chaves (Aquae Flaviae) ou a de Vila Formosa (Alter do Chão), mas pouco terão contribuido para a composição étnica portuguesa atual. Uma variante do Latim (Latim Vulgar) passou a ser o idioma dominante da região. Surgiram novas cidades e desenvolveram-se outras, segundo o modelo habitual de colonização romana. No fim do século I a.C. o imperador Augusto criou a província da Lusitânia, que correspondia a grande parte do atual território português, embora não à sua totalidade, já que as terras a norte do rio Douro integravam a Tarraconense. Em 74 D.C. o imperador Vespasiano concedeu o "direito latino" (equiparação aos municípios da Itália) a grande parte dos municípios da Lusitânia, datando dessa época um importante surto urbano. Difundiu-se também a cidadania romana, que viria a ser atribuída a todos os súbditos (livres) do império pela chamada Constituição Antoniniana, ou édito de Caracala (212 D.C.). Em finais do século III d.C. o imperador Diocleciano subdividiu a Tarraconense em outras províncias, entre as quais se achava a Callaecia, que integrava o norte do atual Portugal, a Galiza e as Astúrias. Durante o Império Romano o Cristianismo difundiu-se em toda a Hispânia, pelo menos a partir do século III.


Invasões dos Bárbaros:


Em 409 d.C., os chamados povos bárbaros, compostos principalmente por por Suevos (Quados e Marcomanos), Vândalos (Silingos e Asdingos) e Visigodos, todos de origem germânica, além dos Alanos, de origem persa, fixam-se na Hispânia. Em 411 estes povos dividem entre si o território: os Vândalos ocuparam a Galécia, os Suevos, a região a norte do Douro, enquanto os Alanos ocuparam as províncias da Lusitânia e a Cartaginense, e os Vândalos Silingos, a Bética.
Algum tempo depois, ocorre a entrada dos Visigodos na península ao serviço do Império Romano e com o objetivo de subjugar os anteriores invasores.
De todos estes povos, os Suevos e os Visigodos seriam aqueles que teriam uma presença mais duradoura no território que é hoje Portugal. Estabelecendo a capital do seu reino em Braga, os Suevos dominam um território que também inclui a Galiza e chegam a dominar a parte ocidental da Lusitânia. Estabelecidos na condição de federados do Império Romano, os Suevos eram pagãos, tendo sido evangelizados por S. Martinho de Dume e convertidos ao catolicismo. A partir de 470 crescem os problemas do reino suevo com o vizinho reino visigodo. Em 585 o rei visigodo Leovigildo toma Braga e anexa o reino suevo. A partir daqui toda a Península Ibérica fica unificada sob o reino visigodo (com exceção de algumas zonas do litoral sul e levantino, controladas pelo Império Bizantino) até à queda deste reino em 711. A estabilidade interna deste reino foi sempre difícil, pois os visigodos eram arianos, enquanto a maioria da população era católica. Recaredo, convertendo-se ao catolicismo, facilitou a união das duas populações; mas questões dinásticas reacenderam os conflitos e vieram a estar na origem do colapso final. Os povos bárbaros eram numericamente inferiores à população hispano-romana, pelo que foram obrigados à miscigenação étnica e cultural com esta. Muitas cidades foram destruídas durante este período e verificou-se uma ruralização da vida econômica.

Ocupação Muçulmana:


Em 711 a Península Ibérica foi invadida pelos muçulmanos do Norte de África (basicamente Berberes com alguma componente de Árabes). Estes dominaram partes da península por mais de cinco séculos: inicialmente sobre o controle do Califado de Damasco, como uma província do império omíada, o Al-Andalus, mais tarde sob a forma de um emirado e califado e, devido ao colapso deste, em pequenos reinos (taifas) com autonomias características. Durante estes séculos, nas Astúrias, a única região que resistiu à invasão árabe, desenvolvia-se um movimento de reconquista da Península, culminando no fim do poder político islâmico nesta com a tomada de Granada pelos Reis Católicos. A esta altura, já o reino de Portugal estava formado, soberano e completo e, talvez por isso, o país explorava o além-mar, em parte sob o pretexto do espírito das Cruzadas, para difundir o Cristianismo. Os muçulmanos que não foram expulsos ou mortos durante o processo de reconquista, tiveram de aderir aos costumes locais (incluindo o Cristianismo). Não se sabe ao certo o grau existente de mescla com estes berberes na população portuguesa atual, mas há um consenso de que esta mescla existe. Apesar de não impor religião e língua, ao conquistarem a Península Ibérica, os árabes deixaram marcas no nosso léxico. Como camada do adstrato, as palavras de origem árabe correntes em português referem-se a nomes de plantas, de alimentos, de ofícios, de instrumentos musicais e agrícolas: alface, algodão, álcool, xarope, almôndega, alfaiate, alaúde, alicate.


O Nascimento de Portugal


Se rápida foi a invasão árabe, a reconquista cristã foi francamente mais lenta. Este processo gradual originou o nascimento de pequenos reinos que iam sendo alargados à medida que a Reconquista era bem sucedida. Primeiro, o Reino das Astúrias, que viria a dividir-se entre os filhos de Afonso III das Astúrias quando morreu. Assim nasciam os reinos de Leão e Galiza e, mais tarde, de Navarra e Aragão e Castela.
Mais tarde Afonso VI de Leão e Castela (autodenominado Imperador de toda a Espanha), entregou, por mérito, ao seu genro D. Henrique de Borgonha, o governo dos territórios meridionais, o Condado Portucalense, grosso modo entre os rios Minho e Douro e o Condado de Coimbra, entre os rios Douro e Mondego. Destes condados, que faziam ainda parte do reino de Leão, mas que dele tinha grande independência, nasceria o reino de Portugal. D. Henrique governou no sentido de conseguir uma completa autonomia para o seu condado e deixou uma terra portucalense muito mais livre do que aquela que recebera. Por morte de D. Henrique, sucede-lhe a viúva deste, D. Teresa, no governo do condado durante a menoridade do seu filho Afonso Henrique. O pensamento de D. Teresa foi idêntico ao do seu marido: fortalecer a vida portucalense, conseguir a independência para o condado. D. Teresa começou a intitular-se Rainha, mas os muitos conflitos diplomáticos e a influência que concedeu a alguns nobres galegos (principalmente a Fernão Peres) na gerência dos negócios públicos prejudicaram o seu esforço. Aos catorze anos de idade, o jovem Afonso Henrique arma-se a si próprio cavaleiro – segundo o costume dos reis – tornando-se assim guerreiro independente, e passando a viver em Coimbra a partir de 1130. A posição de favoritismo em relação aos nobres galegos e a indiferença para com os fidalgos e eclesiásticos portucalenses originaram a revolta destes, sob chefia do seu filho, D. Afonso Henrique. A luta entre Afonso Henrique e sua mãe desenrola-se, até que em 1128 se trava a Batalha de São Mamede (Guimarães) e D. Teresa é expulsa da terra que dirigira durante 15 anos. Uma vez vencida, D. Afonso Henrique toma conta do condado, declarando-o principado independente. Continuou, no entanto, a lutar contra as forças de Afonso VII de Leão e Castela (inconformado com a perda das terras portuguesas), enquanto paralelamente travava lutas contra os muçulmanos. Em 1139, Afonso Henrique conseguiu uma importante vitória contra os Mouros na Batalha de Ourique, tendo declarado a independência com o apoio dos chefes portugueses, que o aclamaram como soberano. Nascia, pois, em 1139, o Reino de Portugal e sua primeira dinastia, com o Rei Afonso I de Portugal (D. Afonso Henrique), e a cidade de Coimbra como a primeira capital. Só em 1143 é reconhecida independência de Portugal pelo rei de Castela, no Tratado de Zamora, assinando-se a paz definitiva. D. Afonso Henrique dirigiu-se ao papa Inocêncio II e declarou Portugal tributário da Santa Sé, tendo reclamado para a nova monarquia a proteção pontifícia. Durante o período que se segue, as atenções seguiam, sempre que possível, em assegurar essa soberania (que ficou dificultada durante a crise dinástica de 1383) e prolongar o território para Sul.



O Português


O português nasceu na antiga Galécia (Galiza e Norte de Portugal) ao noroeste da península Ibérica e desenvolveu-se, na sua faixa ocidental, incluindo parte da antiga Lusitânia e da Bética romana. O romance galego-português nasce do latim falado, trazido pelos soldados e colonos romanos desde o século III a.C.. O contato com o latim vulgar fez com que, após um período de bilingüismo, as línguas locais desaparecessem, levando ao aparecimento de uma variedade de latim com características galaicas. Assume-se que a língua iniciou o seu processo de diferenciação das outras línguas ibéricas através do contato das diferentes línguas nativas locais com o latim vulgar, o que levou ao possível desenvolvimento de diversos traços individuais ainda no período romano. A língua iniciou a segunda fase do seu processo de diferenciação das outras línguas românicas depois da queda do Império Romano, durante a época das invasões bárbaras no século V quando surgiram as primeiras alterações fonéticas documentadas que se refletiram no léxico. Começou a ser usada em documentos escritos pelo século IX, e no século XV tornara-se numa língua amadurecida, com uma literatura bastante rica. Chegando à península Ibérica em 218 a.C., os romanos trouxeram com eles o latim vulgar, de que todas as línguas românicas (também conhecidas como "Línguas novilatinas", ou, ainda, "neolatinas") descendem. Só no fim do século I a.C. os povos que viviam a sul da Lusitânia pré-romana, os cónios e os celtas, começam o seu processo de romanização. As línguas paleo-ibéricas, como a Língua lusitana ou a sul-lusitana são substituídas pelo latim. Estrabão, um geógrafo da Grécia antiga, comenta num dos livros da sua obra Geographia que os turdetanos adotaram os costumes romanos, e já não se lembravam da própria língua, sendo este o povo mais romanizado da época na península, habitando a região hoje chamada de Andaluzia, na Espanha. A língua difundiu-se com a chegada dos soldados, colonos e mercadores, vindos das várias províncias e colônias romanas, que construíram cidades romanas normalmente perto de cidades nativas. A partir de 409 d.C., enquanto o Império Romano entrava em colapso, a península Ibérica era invadida por povos de origem germânica e iraniana ou eslava (suevos, vândalos, búrios, alanos, visigodos), conhecidos pelos romanos como bárbaros que receberam terras como fœderati. Os bárbaros (principalmente os suevos e os visigodos) absorveram em grande escala a cultura e a língua da península; contudo, desde que as escolas e a administração romana fecharam, a Europa entrou na Idade Média e as comunidades ficaram isoladas, o latim popular começou a evoluir de forma diferenciada e a uniformidade da península rompeu-se, levando à formação de um proto-ibero-romance “lusitano” (ou proto-galego-português). Desde 711, com a invasão islâmica da península, que também introduziu um pequeno contingente de saqalibas, o árabe tornou-se a língua de administração das áreas conquistadas. Contudo, a população continuou a usar as suas falas românicas, o moçárabe nas áreas sob o domínio mouro, de tal forma que, quando os mouros foram expulsos, a influência que exerceram na língua foi relativamente pequena. O seu efeito principal foi no léxico, com a introdução de cerca de mil palavras através do moçárabe-lusitano. Os registros mais antigos que sobreviveram de uma língua portuguesa distinta são documentos notariais (ou tabeliónicos) do século IX, ainda entremeados com muitas frases em latim notarial (ou latino-romance). Essa fase da história da língua, que antecedeu o surgimento de uma escrita (scripta) portuguesa autônoma foi designada por “período proto-histórico” por José Leite de Vasconcellos e “período das origens” por Clarinda Maia. Embora a escrita tivesse uma aparência “alatinada” à língua falada era o galego-português. Os mais antigos textos escritos em português constituem aquilo que Ivo Castro chamou a “produção primitiva portuguesa” e datam de inícios do século XIII. A partir de 1255 o português foi adaptado como “língua de registro” na chancelaria régia (no reinado de D. Afonso III. Portugal tornou-se independente em 1143 com o rei D. Afonso Henrique. A língua falada à época, o português antigo (antepassado comum ao galego e ao português moderno, do século XII ao século XIV), começou a ser usada de forma mais generalizada, depois de ter ganhado popularidade na Península Ibérica cristianizada como uma língua de poesia. Em 1290, o rei Dom Dinis cria a primeira universidade portuguesa em Lisboa (o Estudo Geral) e decretou que o português, até então apenas conhecido como "língua vulgar" passasse a ser conhecido como língua portuguesa e oficialmente usado. No segundo período do português arcaico, entre os séculos XIV e XVI, com as descobertas portuguesas, a língua portuguesa espalhou-se por muitas regiões da Ásia, África e Américas. Hoje, a maioria dos falantes do português encontra-se no Brasil, na América do Sul. No século XVI, torna-se a língua franca da Ásia e África, usado não só pela administração colonial e pelos mercadores, mas também para comunicação entre os responsáveis locais e europeus de todas as nacionalidades. A irradiação da língua foi ajudada por casamentos mistos entre portugueses e as populações locais e a sua associação com os esforços missionários católicos levaram a que fosse chamada Cristã em muitos sítios da Ásia. O Dicionário japonês-português de 1603 foi um produto da atividade missionária jesuíta no Japão. A língua continuou a gozar de popularidade no sudoeste asiático até ao século XIX. Algumas comunidades cristãs falantes de português na Índia, Sri Lanka, Malásia e Indonésia preservaram a sua língua mesmo depois de terem ficado isoladas de Portugal. A língua modificou-se bastante nessas comunidades e, em muitas, nasceram crioulos de base portuguesa, alguns dos quais ainda persistem, após séculos de isolamento. Encontra-se também um número bastante considerável de palavras de origem portuguesa no tétum. Palavras de origem portuguesa entraram no léxico de várias outras línguas, como o japonês, o suaíli, o indonésio e o malaio. O fim do português arcaico é marcado pela publicação do Cancioneiro Geral de Garcia de Resende em 1516. O período do português moderno (do século XVI até ao presente) teve um aumento do número de palavras originárias do latim clássico e do grego, emprestadas ao português durante a Renascença, aumentando a complexidade da língua. Em março de 1994 foi fundado o Bosque de Portugal, na cidade sul-brasileira de Curitiba; o parque abriga o Memorial da Língua Portuguesa, que homenageia os imigrantes portugueses e os países que adotam a língua portuguesa; originalmente eram sete as nações que estavam representadas em pilares, mas com a independência de Timor-Leste, este também foi homenageado com um pilar construído em 2007. Em março de 2006, fundou-se em São Paulo o Museu da Língua Portuguesa.



A história do léxico português



A história do léxico português - basicamente de origem latina - reflete a história da língua portuguesa e os contatos de seus falantes com as mais diversificadas realidades lingüísticas, a partir do romance lusitânico. Esse acervo apresenta um núcleo de base latina popular (resultante da assimilação e das transformações do latim pelas populações nativas ibéricas), complementado por contribuições pré-românicas e pós-românicas (de substrato, em que a população conquistada absorve a língua dos dominadores; de superstrato, em que os dominadores adotam a língua dos dominados; e de adstrato, em que as línguas coexistem, podendo haver até um bilingüismo). Além desse núcleo, é imensa a participação de empréstimos a outras línguas (empréstimos culturais) e ao próprio latim (termos eruditos tomados ao latim clássico a partir do século XVI). Foram os termos populares que deram feição ao léxico português, quer na sua estrutura fonológica, quer na sua estrutura morfológica. Mesmo no caso de empréstimos de outras línguas, foi o padrão popular que determinou essas estruturas.

O vocabulário fundamental do português -- compreendendo nomes de parentesco, de animais, partes do corpo e verbos muito usuais - é formado, sobretudo de palavras latinas, de base hereditária. Esse fundo românico usado na conversação diária constitui, assim, a grande camada na formação do léxico português.

Dentro da contribuição pré-românica (camada do substrato), destacam-se vocábulos de origem ibérica (abóbora, barro, bezerro, cama, garra, louça, manteiga, sapo, seara); céltica (bico, cabana, aminho, camisa, cerveja, gato, légua, peça, touca); grega (farol, guitarra, microscópio, telefone, telepatia); fenícia (apenas saco, mapa, malha e mata - não havendo muita clareza quanto à sua origem).

A contribuição pós-românica (camada do superstrato) , que compreende palavras de origem germânica, relacionadas ao modo de vida de seu povo e à arte militar, ocorre no século V, época das invasões. São exemplos nomes como Rodrigo, Godofredo, guerra, elmo, trégua, arauto e verbos como esgrimir, brandir, roubar, escarnecer.

Apesar de não impor religião e língua, ao conquistarem a Península Ibérica, os árabes deixaram marcas no nosso léxico. Como camada do adstrato, as palavras de origem árabe correntes em português referem-se a nomes de plantas, de alimentos, de ofícios, de instrumentos musicais e agrícolas: alface, algodão, álcool, xarope, almôndega, alfaiate, alaúde, alicate.

Quanto aos empréstimos culturais, ou seja, os que decorrem de intercâmbio cultural, há no léxico português influências diversas de acordo com as épocas. Segundo Cunha (1970), "A incidência de palavras de empréstimo no português data da época da constituição da língua, e as diferentes contribuições para o seu léxico reproduzem os diversos passos de sua história literária e cultural".

Na época medieval, a poesia trovadoresca provençal influenciou os primeiros textos literários portugueses. Porém, muitos vocábulos provençais, correntes nas cantigas dos trovadores medievais, não se incorporaram à nossa língua. São exemplos de empréstimos provençais: balada, estandarte, refrão, jogral, segrel, trovador, vassalo...

Em virtude de relações políticas, culturais, comerciais com outros países, é natural que o léxico português tenha recebido (e continue recebendo) empréstimos de outras línguas modernas. Assim, incorporaram-se ao nosso léxico palavras provenientes do francês (chefe, hotel, jardim, paisagem, vitral, vitrina); do inglês (futebol, bife, córner, pudim, repórter, sanduíche, piquenique); do italiano (adágio, alegro, andante, confete, gazeta, macarrão, talharim, piano, mortadela, serenata, salame); do alemão (valsa, manequim, vermute). Nos tempos atuais, o inglês tem servido de fonte de inúmeros empréstimos, sobretudo nas áreas técnicas, o que demonstra a estreita ligação que o processo de mudança lingüística tem com a história sócio-político-cultural de um povo.


QUESTIONÁRIO


01- Situe geograficamente e economicamente Portugal.


02- Explique como se deu a ocupação do território onde hoje esta localizado Portugal antes do período conhecido como romanização.


03- Explique em que contexto Roma penetrou na Península Ibérica e diga qual foi o legado deixado pelos romanos.


04- Quais principais povos bárbaros fixaram-se na Hispânia em 409 d.C.?


05- Qual(is) povo(s) bárbaro(s) tiveram uma presença mais duradoura no território onde hoje se localiza Portugal?

06- Explique o nascimento do Reino de Portugal e sua primeira capital.


07- De que variação do Latim derivou-se as línguas românicas?


08- Explique o rompimento da uniformidade do latim popular na Idade Média.


09- Desde 711 com a invasão islâmica, o árabe tornou-se a língua de administração das áreas conquistadas. Contudo as populações continuaram a usar suas falas românicas, de tal forma que, quando os mouros foram expulsos a influência que exerceram na língua foi pequena.
Diga qual foi a maior repercussão dessa invasão na língua.


10- Conceitue " Produção Primitiva Portuguesa ".





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Curiosidades:

Diferenças entre o português do Brasil e o de Portugal




Há muitas diferenças entre as línguas no Brasil e em Portugal. Observe alguns exemplos com relação ao vocabulário e à semântica.


No Brasil é:

Em Portugal é:

Abridor

Tira-cápsulas

Açougue

Talho

Aeromoça

Hospedeira de bordo

Água sanitária

Lixívia

Água-viva

Alforreca

Antiguidades

Velharias (antiguidades)

Aposentado

Reformado (aposentado)

Apostila

Sebenta

Banheiro

Casa de banho

Blusão

Camisola

Bonde

Eléctrico

Brega

Piroso

Cafezinho

Bica (usado mais em Lisboa)

Caixa, caixinha

Boceta

Calcinha

Cueca

Conversível

Descapotável

Encanador

Picheleiro

Esparadrapo

Penso rápido

Estacionar

Aparcar (estacionar)

Fila

Bicha

Grampeador

Agrafador

Inflável

Insuflável (inflamável)

Injeção

Pica (injecção)

Meias

Peúgas

Multa

Coima (multa)

Ônibus

Autocarro

Pedestre

Peão

Peruca

Capachinho (peruca)

Ponto de ônibus

Paragem

Salva-vidas

Banheiro

Sanduíche

Sandes

Suco

Sumo

Trem

Comboio

Xícara

Chávena


Este vocabulário foi retirado de um "site" brasileiro. As palavras sublinhadas também se dizem em Portugal. As restantes, existe efetivamente diferenças...




Mais Curiosidades nestes sites:

Site 1 :
http://www.malhanga.com/curiosidades/diferencas.html

Site 2 : http://www.alzirazulmira.com/diferencas.htm

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Conheça um pouco mais de Portugal e seus pontos Turísticos:



Praça do Infante D. Henrique, Porto

Antiga Escada das Verdades - placa, Porto

Estatua D Pedro IV, Porto

Sé do Porto com a Antiga Casa da Câmara ao fundo.

Ponte Maria Pia, em primeiro plano. Por trás, a Ponte de São João que a veio substituir como ligação ferroviária.

Praça da Liberdade à noite.

Vista externa do Estádio do Dragão, utilizado pelo Futebol Clube Porto.

Estação São Bento

Torre dos Clérigos, símbolo da cidade do século XVIII.

Avenida dos Aliados, centro de Porto

Ponte Vasco da Gama, sobre o Rio Tejo, a maior da Europa.

Estância de esqui na Serra da Estrela

As estâncias de esqui na Serra da Estrela

Sede da Rádio e Televisão de Portugal em Lisboa

Região do Alto Douro Vinhateiro

As bonitas paisagens do interior de Portugal.

Porto, a cidade Invicta.

Praça do General Humberto Delgado - Avenida dos Aliados, Porto

Porto – Segunda maior cidade portuguesa.

Torres S. Rafael e S. Gabriel no Parque das Nações em Lisboa

Parque eólico em Vila Nova, Miranda do Corvo

Fachada do edifício da Assembleia da República

Lisboa – A maior cidade portuguesa e também a capital de Portugal.

Pavilhão Rosa Mota nos Jardins do Palácio de Cristal, Porto

Guimarães, a cidade berço da nacionalidade portuguesa.

Vista sobre a Vila de Sintra

Edifício da Reitoria da Universidade Nova de Lisboa

Mosteiro dos Jerónimos

Mosteiro da Batalha - Convento de Santa Maria da Vitória (Patrimônio Mundial da UNESCO)

A Marina de Vilamoura (Algarve)

Maia na Grande Porto, um dos municípios mais industrializados do país.

As casas típicas da Ilha da Madeira

Estação de Santa Apolónia, uma das principais estações de Portugal, situada em Lisboa

Centro de Produção da RTP em Chelas, inaugurado em 2007

Torre Norte do Instituto Superior Técnico

Praia próxima de Lagos, Algarve

Hospital de São Teotónio, em Viseu.

As famosas grutas de Mira d'Aire

Passeios nos eléctricos amarelos da capital

Universidade de Coimbra

Chaves e o Tâmega

Vista exterior da Casa da Música, no Porto

Santuário de Fátima

O arquipélago dos Açores

Ilha do Pico, Açores: o ponto mais alto de Portugal.

A Baixa de Lisboa, zona histórica da capital.

Barragem do Alqueva, Alentejo

Praia da Marinha, Lagoa, Algarve

As extensas planícies do Baixo Alentejo

Auto-Estrada A28, no Norte de Portugal

As praias de água límpida do Algarve

Praia do Tamariz, Estoril - Portugal é amplamente conhecido na Europa pelos seus resorts turísticos.